Documentário sobre a Tribo de Jah será lançado dia 14-06-18


O documentário “A TRIBO DO REGGAE”, com direção de Beto Matuck, será lançado nesta quinta-feira, dia 14 de junho, no Teatro Alcione Nazareth, na 41ª edição do Festival Guarnicê de Cinema.

O ano era 1987 e iniciava na Escola de Cegos do Maranhão com um encontro inesperado entre alunos deficientes visuais e o músico paulista, Fauzy Beydoun, apaixonado por reggae roots.

O processo de criação durou nove meses e conta, ainda, como a participação na produção de Tarcísio Selektah e Fauzy Beydoun.

O documentário retrata a trajetória dos 30 anos de existência da Tribo de Jah e faz um recorte com a história do reggae maranhense.

O filme tenta mostrar de forma poética de como São Luís se transformou na Capital do Reggae, resgatando memórias e levando ao público referências e grandes nomes de percursores desse ritmo no Estado.

O documentário que iniciou com o show em comemoração aos 30 anos da banda em 1º de setembro do ano passado, na praça Nauro Machado, (Praia Grande), integrando projeto cultural, com patrocínio da CEMAR, através da Lei de Incentivo à Cultura, produção da Guarnicê Produções e realização de Jah System Produções.

Fonte:http://pedrosobrinhonews.com.br

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Ponto de Equilíbrio lança show inédito gravado no Canecão.


Ponto de Equilíbrio lança show inédito gravado no Canecão
Onze anos depois, apresentação lendária do álbum “Abre a janela” é divulgada no canal oficial do grupo no YouTube em comemoração aos 18 anos de trajetória
O grupo de reggae Ponto de Equilíbrio inicia o ano de 2018 completando maioridade na cena musical. Como forma de comemoração, presenteia o seu público com a divulgação do material audiovisual inédito da turnê “Abre a Janela”, gravado em show no Canecão em maio de 2007, no Rio de Janeiro. “Capturamos apenas para registro, pois na época as redes sociais não tinham a força de hoje. Onze anos depois, encontramos as imagens e vamos compartilhar estas lembranças e momentos de alegria no nosso canal do YouTube”, conta o baterista, Lucas Kastrup.
No repertório, sucessos do primeiro CD – que teve 50 mil cópias vendidas – chamado ‘Reggae a vida com amor’. Estão presentes as faixas ‘Aonde vai chegar? (Coisa Feia)’, ‘Árvore de reggae’ e ‘Ponto de Equilíbrio’, ‘Janela da favela’, ‘Verdadeiro amor’, ‘Velho amigo’, ‘Lágrimas de Jah’ e ‘O inimigo’. A produção do disco assinada por Chico Neves, foi lançada pela gravadora Warner Music também na Alemanha, Grécia, Portugal, Espanha e Suíça, impulsionando a Ponto de Equilíbrio no mercado internacional. A ocasião também marcou a estreia do selo do grupo, chamado Kilimanjaro Records.
A escolha do palco deste momento especial se deu em função da energia que o local transmite. Para o baterista, tocar no Canecão é um sentimento único, pois o espaço é notório e carrega passagens de grandes artistas da MPB. “O palco ganha uma magia, como se tivesse um pouco da energia de cada artista que por lá passou. Apresentar-se nele, é sinal de que você está no caminho certo”.
A divulgação da apresentação lendária traz à tona o sentimento de reflexão em um momento de luta pela reabertura da casa de shows, desativada há sete anos. Localizada no bairro de Botafogo, no Rio de Janeiro, o Canecão possui 36mil metros quadrados, atualmente marcados pelo abandono. Para a rapper e integrante do movimento Ocupa MinC, Taz Mureb, a atitude de levantar a questão da reabertura do Canecão deve partir também da classe artística e musical e não somente de movimentos políticos. Pesquisadora e estudiosa da MPB, a artista afirma que o espaço é de todos e para todos, salientando a importância do local que já recebeu concertos históricos e marcantes da música, desde a MPB à bossa nova. O movimento político Ocupa Minc surgiu em maio de 2016, em defesa da revitalização e ativação do Canecão e também do movimento ‘Fora Temer’, quando o presidente acabou com o Ministério da Cultura. Taz estava entre os integrantes que ocuparam o Canecão por 112 dias.
Para Kastrup, o fato é uma perda inestimável para a cultura brasileira. “Os locais artísticos proporcionam as pessoas momentos de interação, transcendência e descontração. Sentimos a falta do Canecão e lamentamos que ele esteja com as portas fechadas. A Ponto de Equilíbrio torce por uma renovação e valorização do local, e busca uma nova consciência da importância da arte para todos. Acreditamos na música como ferramenta de conscientização e entretenimento.
Na batalha pela reabertura do Canecão, Taz comenta que há o espaço funcional, mas que precisa de investimento para obras. Para ela, os músico, bandas e artistas em geral devem se conscientizar mais em prol da revitalização do espaço, que possui um palco místico. “Espero que este material do Ponto de Equilíbrio que surgiu depois de tantos anos desperte novamente o debate sobre esta questão. Queremos saber: o que podemos fazer sobre o Canecão? Porque ele ainda não foi revitalizado? É um espaço importante para a nossa cultura e o queremos funcionando”, encerra.
Fonte>Luiza Borges

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São Luís ganha primeiro museu do Reggae fora da Jamaica.


Primeiro museu temático de reggae é inaugurado nesta quinta-feira:

O primeiro museu temático de reggae fora da Jamaica abre suas portas nesta quinta-feira (18), a partir das 18h, no Centro Histórico de São Luís. A nova casa de cultura é a realização de um sonho antigo dos regueiros, através da iniciativa do Governo do Estado, por meio da Secretaria de Estado da Cultura e Turismo (Sectur).

O Museu do Reggae Maranhão tem como objetivo materializar as memórias do ritmo jamaicano que conquistou o Maranhão. Na inauguração haverá um show que reunirá a história viva desse movimento. Cantores, radiola e DJs históricos se apresentarão no palco da Praça do Reggae, logradouro situado ao lado do Museu.

Na programação haverá a radiola FM Natty Naifson, como os DJs Neturbo, Ademar Danilo, Maestro Jaílder, Carlinhos Tijolada, Roberthanko e outros, além de shows com Célia Sampaio, Oberdan Oliveira (Nonato e Seu Conjunto), Tadeu de Obatalá ( Banda Guetos), Mano Borges & Celso Reis, Garcia (banda Reprise) e vários outros também.

Após o descerramento da placa de inauguração, o público poderá conhecer os cinco ambientes do Museu do Reggae Maranhão. Um dos ambientes será a sala dos Imortais, destinado aos grandes nomes do reggae maranhense que já morreram. Os outros quatro espaços homenagearão tradicionais clubes de reggae da cidade: Clube Pop Som , Clube Toque de Amor, Clube União do BF e Clube Espaço Aberto.

O ambiente contará com relíquias do reggae, como é o caso de uma guitarra da banda maranhense Tribo de Jah, instrumento que acompanhou a banda por mais de 20 países e fez parte da história do grupo, além de ter sido usada nas primeiras gravações de suas canções e em grandes shows nacionais e internacionais.

Outra joia que poderá ser encontrada no Museu do Reggae Maranhão, é a radiola “Voz de Ouro Canarinho”, de Edmilson Tomé da Costa conhecido como Serralheiro, um dos pioneiros do reggae no Maranhão, e disseminador do gênero musical nos anos de 1970.

Mais informações no Portal Guará.

Fonte:SLZOnline

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O Adeus ao Rei Serralheiro e a Bela Homenagem do Jornalista Luis Fernando.


Resumindo em poucas palavras, aqueles que nesse momento sofrem a dor dessa perda irreparável para o nosso movimento, fica o legado e a genuína história de um dos construtores da cena reggae de São Luís. A nossa Jamaica Brasileira hoje dá o seu último adeus à este que foi admirado e considerado como o “Carrasco do Reggae”. Valeu por tudo Edmilson Serralheiro.

Luis Fernando Homenageia o Rei

Serralheiro era pioneiro,um dos desbravadores do reggae,foi daqueles que deu a cara prá bater quando aquele novo som, nos primórdios chamado de ” música internacional” começou a cair no gosto dos ludovicences,á princípio dos jovens negros e pobres da grande periferia.
Uma época de grande discriminação e preconceito contra a música, as festas e seus frequentadores .Foi quando aquele homem que trabalhava com portões, janelas e outros artefatos de ferro resolveu que tinha afinidades com aquilo tudo .Montou uma aparelhagen modesta e aos poucos foi aumentando.No início tocava uma festinha aqui,um aniversário ali e quando se deu conta era procurado para contratos mais importantes .
Serralheiro viveu a época de ouro do reggae maranhense, nas décadas de 70,80 e 90,principalmente as duas primeiras quando conseguir as músicas era uma aventura que obrigatoriamente consistia em viajar á Jamaica e Inglaterra .Como a concorrência ia, ele entendeu que se não fosse também ficaria para trás e sua Voz de Ouro Canarinho perderia importância e mercado, claro.E lá se foi Serralheiro, praticamente só, sem entender uma vírgula de inglês,comprar músicas pra tocar em suas festas. O homem passou mil dificuldades na viagem de ida e volta mas não voltou de mãos vazias trazendo um belo acervo pra ilha.
Sem muita cultura, nem por isso deixava de falar ao microfone,criando um estilo simples, com vocabulário pobre,de frases curtas;em bordões bem conhecidos e apreciados pelo público, onde se destacou o “Lá vai ela”,anunciando a próxima música da sequência. Sobre músicas ,corria à boca miúda que era dono de um acervo invejável e muito assediado por djs e donos de radiolas que pretendiam comprar as “bolachas”,mas não sabemos se era verdade ou não.
A Voz de Ouro Canarinho esteve no auge,rivalizando com as grandes radiolas da ilha,mas como era muito desconfiado, avesso à parcerias ,perdeu espaço e mercado quando as radiolas foram crescendo rapidamente suas estruturas e ele sem muitas condições de investir.
Foi um radioleiro que pouco ou quase nunca se envolvia nas polêmicas costumeiras que antecedem os grandes eventos,quando insultos,ameaças e todo tipo de baixarias acontecem e vão ao ar nos programas.Era muito humilde e sem qualquer sinal de estrelismo ou arrogância em que pese a fama que tinha.Várias vezes o levei à TV nos tempos do Ilha Reggae e sem nenhum interesse que não fosse mostrar a sua importância para o movimento.
Serralheiro e Antônio José foram até agora, na minha opinião os grandes nomes que o reggae produziu desde que aqui chegou, e chamá-lo de Rei Serralheiro é o mínimo que se pode fazer como homenagem à este personagem genuíno e carismático. Em vida foi assim chamado e agora que nos deixou,será para sempre assim lembrado ,como um rei. O Rei Serralheiro !

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História do Reggae em São Luís – A Jamaica Brasileira


É difícil definir exatamente quais os elementos que determinaram a adoção do reggae pela população maranhense,fazendo o ritmo se espalhar ,principalmente entre os bairros periféricos de São Luís.

Segundo o DJ Ademar Danilo,nessa região que envolve os estados do Pará e Maranhão,da qual São Luís é a capital,sempre houve predominância musical do ritmos caribenhos ,sobretudo o merengue.Então,ele conclui que o fato do Maranhão e Jamaica terem população predominantemente negra cria uma identidade muito forte entre esses povos.Diz ele ainda,que o gosto da população negra de São Luís pelo reggae,tem a ver com um apelo emocional que ele transmite.Os cantores de reggae cantam com uma espiritualidade que bate fundo nas pessoas,o que provoca grande identidade entre São Luís e Jamaica,não sendo preciso entender o idioma para sentir esse apelo emocional.

Para o jornalista Otávio Rodrigues,existe uma identificação entre o reggae e o bumba-meu-boi do Maranhão,pois a marcação dos couros do bumba-meu-boi é centrada em contratempos como acontece no reggae.Mundinha Araújo,pesquisadora da história do negro no Maranhão,diz ser o merengue,uma dança muito comum nas festas dos povoados negros do interior do estado,portanto,considerando que a população que habita as periferias da capital São Luís é formada,em geral,por grupos que migraram  das áreas rurais ,há uma predisposição entre eles ,para a aceitação dos ritmos caribenhos.

Fauzi Beydoun,vocalista da banda de reggae Tribo de Jah,cujo componentes são deficientes visuais,acredita que existe uma sintonia direta que identifica o Maranhão e a Jamaica.Em suas palavras,há uma proximidade muito grande entre a maneira como o reggae se instalou na Jamaica e no Maranhão,sinalizando uma identidade cultural  entre os negros maranhenses e jamaicanos,embora os daqui não entendam as letras das músicas.

Essas afirmações são importantes ,na medida em que contribuem para a reflexão sobre quais seriam os elementos de ligação entre os regueiros de São Luís  com os jamaicanos.Precipitadas duvidosas ou legitimas ,indicam ,sem duvida,o gostos dos maranhenses de São Luís  pelos ritmos caribenhos ,como fatores determinantes  para a adoção do reggae na ilha,desde a década de 1970e a difusão do ritmo entre a população negra da periferia da cidade.Mesmo sem entender o idioma ,o reggae é traduzido como um veículo bastante forte e legitimo de mobilização e identificação da população  negra de baixa renda que habita as invasões e palafitas da cidade.

Uma diferença marcante com relação a Jamaica ,e certamente a outros lugares onde o ritmo reggae é conhecido,é que em São Luis o reggae é dançado tanto aos pares  quanto individualmente.Na capital maranhense,a dança do reggae adquiriu característica peculiar misturando passos do forró,do merengue e do bolero.Há ainda os que preferem criar coreografias coletivas,em que três ,cinco ou mais pessoas dançam com passos coordenados.

Em São Luís,um dos fatores importantes para a divulgação do reggae é a existência das chamadas radiolas.São sistemas sofisticadas,com até quarenta caixas de som que,geralmente,contrastam com a pobreza dos salões de festas.As radiolas são operadas por um discotecário(quem nem sempre é seu proprietário),e são contratados pelos proprietários dos salões ,para animar as festas em vários pontos da cidade nos finais de semana.Da mesma forma que os sound systems jamaicanos,as radiolas maranhenses não nasceram com o reggae ,algumas delas ja existiam anteriormente ,promovendo festas  com outros ritmos(forró,merengue,lambada e ate mesmo discoteque).A partir de meados da décado de 1980,houve uma proliferação de radiolas,voltadas quase que exclusivamente para a promoção das festas de reggae.

Retirado do livro  Da Terra das Primaveras á Ilha do Amor:Reggae ,Lazer e Identidade Cultural do escritor Carlos Benedito Rodrigues da Silva.

Fonte:Blog Fabiana Rasta

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Festa em dose dupla neste sábado (05), 10 anos de Trapiche Bar e 20 anos do DJ Andrezinho Vibration, juntos com Ponto de Equilíbrio e Planta & Raiz.


São Luís vai receber no dia 5 de novembro, as bandas Ponto de Equilíbrio (RJ), Planta & Raiz (SP). As duas bandas nacionais e regueiras vão festejar os 10 anos do Trapiche com 20 anos do DJ Andrezinho Vibration. A overdose de reggae original será na Casa das Dunas, na Avenida Litorânea, no Calhau, a partir das 21h. Na mesma noite, irão se apresentar Nega Glícia e Nave Mãe.

 10 anos de Trapiche Bar

Com 10 anos de existência a Auara Produções comandada por Ricardo Pororoca, já realizou alguns shows e festas que de alguma forma, trouxeram alegria, satisfação e grandes momentos felizes para muitos. Em 2009 foi o primeiro evento no Trapiche, Planta & Raiz, logo em seguida realizaram vários shows.

“As festas foram tantas que não teria como falar de todas, contudo hoje após tantas coisas boas e orgulho de ter realizado tudo isso, além de Deus está sempre no comando, entretanto o mercado exige cada vez mais e após muito trabalho sábado vamos comemorar juntos os 10 anos do Trapiche Bar e humildemente estamos unindo as forças para trazer o melhor para quem desejar viver e curtir bons momentos da sua vida.” conclui Ricardo Pororoca.

Turnê da banda Ponto de Equilíbrio

A banda Ponto de Equilíbrio vai apresentar, neste sábado (05), a turnê “Essa é a nossa música”, na Casa das Dunas, na Avenida Litorânea. Com canções do disco homônimo recém-lançado pela gravadora Som Livre e antigos sucessos, entre eles, como “Jajah me leve”, “Ponto de Equilíbrio” e “Só quero o que é meu”, o grupo promete um show inesquecível aos fãs maranhenses. Na mesma noite, irão se apresentar Ponto de Equilíbrio, banda Planta e Raiz, o DJ Andrezinho Vibration, Nega Glícia e Nave Mãe.

Banda Planta & Raiz

 A banda Planta & Raiz completou 17 anos e já lançou seu 10º  CD de carreira “Segue em Frente” com 7 músicas inéditas em parceria com artistas e amigos, como Ivo Mozart, Marcelo Mira, Marceleza e Tato Cruz do Falamansa. O EP foi produzido pela própria banda e gravado no estúdio Samambaia em São Paulo, mixado por Miro Vaz, produtor brasileiro radicado em Portugal, e masterizado por Stefano Capelli no Creative Mastering, na Itália.

O primeiro single, “Desde as estrelas”, composta pelo Zeider, Ivo e Tato já está sendo distribuído nas rádios de todo Brasil e ganhou também uma versão acústica que está no CD.

“Free World” é uma faixa especial, já que conta com a participação de Champignon, que assinou a composição e os vocais da música antes de falecer, em setembro de 2013. O ex-baixista do Charlie Brown Jr. acreditava que a música seria um sucesso e o Planta e Raiz pretende levar o sonho do parceiro Champignon para frente.

Em 2013 a banda gravou um CD/DVD em comemoração aos 15 anos de carreira no mesmo local onde iniciou a carreira, na vila Madalena em São Paulo.

DJ Andrezinho Vibration

DJ Andrezinho, comemora 20 anos de discotecagem por São Luís e Brasil. Movimentando os principais bares e eventos na capital maranhense, trabalha apenas com o Roots Reggae, principalmente o reggae nacional. A Vibration Sound foi sua primeira discotecagem de reggae a movimentar o mercado das bandas de reggae na tão famosa Jamaica Brasileira. Já discotecou por outros estados como Bahia e São Paulo. E ficou popularmente conhecido com a frase: “Entra no clima e pira doido”! A frase é a marca principal do DJ Andrezinho Vibration naturalíssimo de São Luís no Maranhão, é a única discotecagem de reggae que se dedica ao Roots contemporâneo, Rock Steady e ao Reggae.

Andrezinho conquistou um público fiel, tornando-o consumidor do movimento de reggae no Brasil, o reggae Nacional. Por isso no sábado vamos comemorar seu aniversário de 20 anos de carreira, ele vai estar acompanhado das bandas Planta e Raiz e Ponto de Equilíbrio, Negra Glícia e Nave Mãe, uma overdose de reggae original.

Shows Nacionais e Internacionais

Mas a participação do DJ Andrezinho no cenário do reggae brasileiro vai além das fronteiras maranhenses. Esteve com sua discotecagem em São Paulo (SP) e Salvador (BA). Em São Luís, com o movimento do roots reggae consolidado pela insistente atuação da Vibration Sound, o DJ Andrezinho abriu grandes shows como o nacional Planta e Raiz de São Paulo com participação especial do cantor Andread Jó de Fortaleza no Ceará, e ainda a banda Natiruts de Brasília que por duas vezes no Maranhão contou com a presença da Vibration. Outros grupos que o DJ Andrezinho acompanhou foi Capital Reggae e Mato Seco, de São Paulo. E a Tribo de Jah.

Bandas de renome internacional, reconhecidas e admiradas no mundo inteiro pisaram em São Luís com a abertura da discotecagem da Vibration Sound, cantores como alpha Blondy, Zema, Israel Vibration e I Jah Man; e bandas renomadas como The Gladiators, The Mighty Diamonds; grupos que reconheceram o DJ como um dos artistas que mais apresentaram desenvoltura nos palcos.

Então coloque na sua agenda, sábado dia 05 de novembro a partir das 21h, na Casa das Dunas, São Luís terá um encontro surreal com o Roots Reggae na ilha do amor.

Fonte:Blog da Jornalista Rita Matos

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Fabiana Rasta é destaque em revista de reggae internacional!


Neste mês de Outubro, a cantora de reggae maranhense Fabiana Rasta foi capa da revista online norte-americana Irie Magazine que possui milhares de leitores ao redor do mundo.

Idealizada por Nicholas da Silva,brasileiro radicado na Califórnia desde a infância,a revista tem como propósito divulgar gratuitamente os grandes artistas que compõem a cena reggae mundial e apresenta um trabalho de elevada qualidade com um ótimo visual  e seções que carregam nomes bastante significativos para o movimento reggae em geral como  Roots,Rock e Respect .Nestes tópicos ,o leitor entra em contato com o histórico e  também com  as composições dos  artistas que ficam disponíveis para download , além de ler um pouco da história do Reggae  e  acompanhar fotos de festivais que acontecem pelo mundo afora.

Fabiana Rasta que havia iniciado carreira internacional,apresentando -se no Subiaco Reggae Festival 2015 na Itália e gravou seu mais recente clipe na França,agora sobe mais um degrau na longa e árdua trilha para o reconhecimento do reggae brasileiro e maranhense.Primeira mulher,primeira negra e terceira representante brasileira na revista  vindos após as bandas Mato Seco e Ponto de Equilíbrio.

Fabiana participou de toda edição atuando como redatora,revisora e tradutora,atividades estas possibilitadas por sua profissão na área de Letras.Sendo assim,ela buscou mostrar outros artistas que fazem parte do rico universo da cena desta ilha  assim como descrever a história de amor de São Luís com o reggae ao ponto de ela ser considerada a capital nacional do reggae no Brasil e mais carinhosamente apelidada de a “Jamaica Brasileira”.

Fonte: Blog da Fabiana Rasta

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Donna Marie de Volta a Londres,Agradece Pela Turnê Pelo Brasil.


Bem estou de volta ao Reino Unido, boa noite amigos família e conhecidos. Foi muito bom para tocar o solo destas áreas do Brasil. E mais uma vez entreter os meus fãs, eu senti o coração das pessoas de todas as vezes. Meu último show foi na noite de sábado 14 de maio no parque igarapez, apoiado por jaffa Reggae minha banda e backing vocals Lillian Barros e Mayara Coimbra, obrigado a todos por criar uma noite incrível graças a banda capital roots de são Luis e quanto todos quem fez o tour possível Atini Pinheiro, Ademar Danilo todos os djs da rádio televisão e imprensa…. One love

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Mais uma etapa de sucesso do Projeto Agarradinho!


Alegria, sucesso de público, gente bonita, sequência impecável e som de qualidade podem definir o Projeto Agarradinho desse domingo, dia 15. Jamais vou esquecer os casais bailando no Salão do Porto Seguro. Entre eles, jovens e adultos que curtiram bastante. Este projeto traz 95% dos clássicos do reggae internacional e 5% do que há de melhor na atualidade europeia e jamaicana. Acreditem, escolhemos cada música antes de apertar o play do computador. Sentimos a atmosfera do evento. Buscamos informações entre aqueles que curtem esta programação para que possamos evoluir na sequência. Tanto o Gilton Black quanto o Wagner Roots estão preparados para fazer você se divertir, sem gritaria, falação ou apelação. Obrigado pela sua presença nesta etapa do Agarradinho.

Fonte: http://www.blogsoestado.com

Waldiney Reggae Point

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DJ abre fábrica de vinis em São Paulo e sonha em baratear produto


Uma pequena rua na Barra Funda, um dos bairros mais tradicionais de São Paulo, esconde discretamente o que pode ser o início de uma enorme mudança no meio fonográfico brasileiro e o sonho de criar um mercado musical sustentável. “É uma fábrica de sonhos”, explica o músico Michel Nath, ao mostrar quatro das sete prensas de vinil que já estão prontas para começar a fabricar LPs em São Paulo. Sim, São Paulo terá a segunda fábrica de vinil da América Latina ainda em 2016 – o plano de Michel é começar a produzir discos ainda este semestre.

A Vinil Brasil vem para competir com a carioca Polysom, única fábrica de vinis do continente, com metas de baratear o preço do disco no Brasil e facilitar o acesso de novos artistas à velha mídia. Mas Michel não se vê como um empresário: “Seria muito fácil reformar tudo isso, como eu fiz, e vender a preço de ouro para alguém que só pensaria em ganhar dinheiro”, ele conta, batendo com força no tambor de metal da parte debaixo de uma das prensas. “Isso aqui é sólido, esse tipo de máquina não é mais fabricado, não tem preço”, explica.

Foi um amigo que encontrou num ferro velho as sete prensas que um dia foram da antiga gravadora Continental e avisou Michel. Ele começou um lento processo de restauração que marca como o início de sua fábrica de sonhos, em outubro de 2014. De lá para cá, alugou um pequeno galpão na Barra Funda, montou toda a parte hidráulica, com caldeiras e medidores de pressão, resolveu a questão da mesa de cortes de discos e agora entra na parte final do processo, que é implementar a fase de galvanização.

“Mas este é um processo químico, intermediário, é só questão de acertar a fórmula”, explica. Além disso, Michel contratou funcionários das velhas fábricas de vinil brasileiras para ajudá-lo a mexer naquelas relíquias mecânicas.

A história da Vinil Brasil é o início da segunda fase da vida de Michel, que encerrou a primeira justamente fazendo seu primeiro LP. Músico, poeta e DJ, o paulistano de 39 anos passou uma temporada na Europa, onde foi discotecar música brasileira e, quando se estabeleceu em Londres (cobrindo as férias de um amigo que era DJ de rock em um Hard Rock Café), voltou a compor ao violão.

O resultado deste processo é o disco “Solarsoul”, gravado ao lado de diferentes nomes da cena paulistana, como Tatá Aeroplano, o trombonista Bocato, Bruno Buarque e Alfredo Bello. “É um álbum, um disco com começo, meio e fim, para ser ouvido em vinil”, conta o autor, explicando que não bastava compor, gravar e lançar seu disco – ele tinha que existir como um LP.

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PROJETO SEXTA DO VINIL 4 ANOS


Desde os primórdios dos anos 90 o chamado boom dos discos de reggae na capital maranhense sempre foi um atrativo para dois dos dj’s /colecionadores de reggae, Joaquim Zion e Marcos Vinícius.  Foi pela valorização dos discos de vinil de reggae e por atitude de vanguarda na cena de São Luis, que a dupla “Joaquim Zion & Marcos Vinícius” se reuniu para começar a tocar nas noites de São Luis, e tirar do anonimato das estantes de casa para os bares e points da cidade, os vinil de reggae  que para muitos estavam esquecidos.

Foi então que surgiu a primeira equipe de discotecagem vinil do Brasil “Radiola Reggae & Rádio Zion”. Com uma coleção vasta que reúne de Bob Marley, passando por Gregory Isaacs que a sequência da dupla se destacou nos principais eventos da Jamaica Brasileira.

A equipe Radiola Reggae & Rádio ZIon inclusive já participou de diversos eventos em outras cidades como Belém do Pará, Brasília/DF representando essa categoria que hoje toma conta da cena reggae de São Luis e tomou conta do País, outrora esquecido, hoje existem centenas de equipes de vinil espalhado por toda cidade influenciado pela dupla.

Com este propósito de celebrar o vinil, nesta sexta feira, dia 06 de novembro, o projeto Sexta do Vinil completa 4 anos de atividade no Porto da Gabi e para comemorar, o reggae trás direto da Jamaica, os Cantores George Dekker & Jackie Robinson, dois grandes talentos da história da música jamaicana desdes os anos 60 em atividade.

Integrante do grupo The Pionners, George & Jackie farão um passeio nos maiores clássicos do reggae, com destaque para canções como: Pusher man, Nine Pound of Steel, Judas A no Rasta e o sucesso Pretty Little Blues Eyes. Para animar a noite os Dj’s Neto Miller, James Brown, Dudu da Caçulinha do Som, e as equipes High Vibes, Disc Memory, Lion Vibes e os anfitriões do projeto, e pioneira no formato das equipes, Radiola Reggae & Rádio Zion vão fazer a festa sob o comando dos Dj’s Joaquim Zion & Marcos Vinícius diretamente do vinil. É só preparar pra dançar à noite inteira os melhores clássicos do reggae com quem entende do assunto.

QUANDO: Nesta Sexta, dia 06 de Novembro.

O QUÊ: Show de Aniversário de 4 anos do Projeto Sexta do Vinil com os Jamaicanos GEORGE DEKKER & JACKIE ROBINSON.

ONDE: Porto da Gabi, Aterro do Bacanga.

HORÁRIO: 21h

ATRAÇÕES: Cantores Jamaicano, George Dekker & Jackie Robinson, Dj’s Neto Miller, James Brown, Dudu da Caçulinha e as equipes Radiola Reggae & Rádio Zion, Disc Memory, High Vibes e Lion Vibes.

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O discípulo alemão de Bob Marley apresenta seu reggae no Brasil


Bob Marley, o mais conhecido músico de reggae de todos os tempos, teria completado 70 anos de vida este ano. É verdade que, se estivesse vivo, não veria o gênero musical que o levou a vender mais de 75 milhões de discos na maioria das paradas de hoje. Mas poderia se tranquilizar com um fato inegável: o reggae segue firme e forte, sem perder sua parcela cativa de fãs. É nessa pegada que os adoradores de Marley e seus seguidores vão celebrar o encontro, no palco, de Gentleman – um dos nomes mais conhecidos do reggae contemporâneo – e do Cidade Negra, o grupo brasileiro que alçou o ritmo ao pop no país. Os dois se apresentam juntos nesta sexta-feira (30 de outubro), em São Paulo, e no sábado (31), no Rio de Janeiro, por iniciativa do projeto alemão Grooves United.

Quem é Gentleman”, perguntará o leitor que parou em Marley. Gentleman, conhecido internacionalmente, mas que hoje pisa no Brasil pela primeira vez, é a prova de que o reggae vive e cresce nos lugares mais improváveis. Alemão radicado em Colônia, Otto Tilmann – seu nome de batismo – descobriu a batida de jah ainda novo, pelos discos do irmão. Aos 18, viajou à Jamaica, conheceu as origens do ritmo e começou a experimentar com ele, compondo sob influências clássicas e cantando em inglês e às vezes inclusive em jamaicano (nunca em alemão). Seis álbuns de estúdio depois, todos com milhares de cópias vendidas, tornou-se o primeiro artista de reggae convidado a gravar um disco acústico para a MTV Unplugged. Seu último trabalho, New Day Dawn, saiu em 2013.

“Nunca imaginei que a música me levaria ao reggae, especialmente na Alemanha, que não tem especial afinidade com o ritmo. Mas o reggae viaja, mesmo mantendo suas raízes na Jamaica, e vibra sempre. Não precisa das paradas de sucesso”, diz Gentleman. As expectativas do alemão – um verdadeiro gentleman que, sim, faz jus ao nome artístico e às boas vibrações inerentes ao ritmo que o consagrou. Sem trazer na mala muitas imagens prontas sobre o Brasil, à exceção de ser “um país grande, em que as pessoas são calorosas e gostam de música”, o cantor espera compartilhar o palco com Tony Garrido e equipe e fazer o público relaxar e cantar, como já aconteceu na Alemanha. “O show aconteceu primeiro lá e chamou muitos brasileiros, mas os alemães também. Foi lindo ver todo mundo cantando, especialmente porque acredito muito nessa troca cultural que a música proporciona com tanta facilidade”, afirma.

As apresentações lá e aqui, apertando os laços entre a Alemanha e o Brasil, são, há anos, uma marca do Grooves United, comandado por uma brasileira radicada em Colônia, a produtora cultural Gueia Ackermann. “O Brasil é certamente um dos países mais fascinantes e belos do mundo, mas, mesmo assim, as pessoas sabem pouco sobre a nossa cena musical. Por isso, comecei a levar para lá grandes nomes da nossa música, como Alcione, Luiz Melodia e Lenine”, conta Gueia. Para a edição deste ano do projeto, Seu Jorge foi o convidado a abrir os shows alemães, no final de setembro, e fez também uma apresentação para convidados em São Paulo, antes de ceder o palco para o reggae.

 

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Cidade Verde SoCidade Verde Sounds lança o aclamado disco “O Jogo”unds lança o aclamado disco “O Jogo”


O terceiro disco do Cidade Verde Sounds está pesado. Intitulado O Jogo, ele é a confirmação do fenômeno no qual o grupo se tornou. Rodando o Brasil incessantemente – com os shows lotados de jovens politizados e de cabeça aberta – Guilherme Adonai e Paulo Dub Mastor reverberam suas ideias pelo país e fora dele.

O Jogo – lançado digitalmente hoje, 30 de Outubro – começou a ser concebido em Kingston, na Jamaica, em 2014. As músicas “Rebelde na Esquina”, “Hoje” e “O que a vida traz” foram produzidas nos estúdios Tuff Gong, que pertenceu a Bob Marley.
Escute o disco completo aqui.

A faixa título, que abre o disco, é uma mistura de reggae com ragga. A letra complementa a imagem da capa: “o microfone é a extensão da cabeça”. Para o Cidade Verde Sounds, o reggae é mais do que mensagens de paz e respeito à natureza. O estilo criado na Jamaica é uma verdadeira arma.

“A essência do reggae é o protesto, é o dia a dia do gueto, do brasileiro. Não é só paz amor e praia”, justifica Adonai.

Os ritmos jamaicanos do Cidade Verde Sounds são altamente produzidos e inovam nos beats. “Dancehall Style” é um convite para a pista de dança. Já o convidado Monkey Jhayam solta o verbo em “Real Raggamuffin”. Seu vocal ragga ganha corpo com a base eletrônica de Dub Mastor: uma mistura de trap com dubstep – bass music da pesada!

Com um forte discurso contra a proibição da maconha, a música “É Proibido” relembra que “já chegou a hora de uma reavaliação”.

Uma parceria que reforça o respeito dos artistas veteranos pelo Cidade Verde Sounds é a presença de Zeider (vocalista da banda Planta e Raiz) na música “Hoje” – um reggae ensolarado que dá vontade de viver.

“Estar com Você” é o momento funkeado, com os sopros em primeiro plano nesta balada. O funk segue regendo a faixa seguinte, “Por Amor”, que ganha os beats do DJ Coala e as rimas de Nissin, do grupo Oriente, um combo de rap poderoso, que também vem trocando ideias com os jovens de todo o Brasil.

“Viver como um Só”, que foi uma parceria com o selo Oneness Records, da Alemanha, relata as diferenças entre as pessoas e convoca a todos para enxergar beleza nas outras culturas e nas diferentes formas de pensar.

A última faixa, “Red Eyes”, uma balada acústica, já tem um clipe lançado que conta com mais de meio milhão de visualizações no YouTube. O disco foi masterizado por Fernando Sanches no Estúdio El Rocha.
A mensagem está no ar – e na rede!

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Simpósio sobre Peter Tosh em Kingston na Jamaica


Recentemente, a Universidade das Índias Ocidentais (UWI) organizou um simpósio sobre o cantor de reggae Peter Tosh. Nele foi discutido o conteúdo das letras do artista, abordando questões como educação, política, social e financeira. Entre os palestrantes estavam “Copeland Forbes”, amigo de Peter Tosh, o filho do cantor, “Dave Tosh” e “Dr. EF Hutton”, professor da UWI.

O evento também foi realizado em alusão ao aniversário de Tosh, comemorado no dia 18 de outubro.

Peter Tosh nasceu em Grange Hill, na Jamaica. Aos quinze anos de idade, sua tia morreu e Tosh se mudou para Trenchtown, emKingston. O jovem McIntosh começou a cantar e a tocar guitarra bem cedo, inspirado pelas estações americanas que ele conseguia sintonizar em seu rádio. No começo dos anos 1960, ele conheceu Bob Marley e Bunny Livingston, formando o grupoWailing Wailers. Depois que Marley retornou dos Estados Unidos em 1966, os três passaram a se envolver com a religião rastafári, mudando o nome da banda para The Wailers.

 

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O mundo do reggae dá adeus à lenda do trombone, Rico Rodriguez!


Emmanuel “Rico” Rodriguez, uma lenda do trombone desde a era do Ska faleceu hoje, dia 4 de setembro. Ele nasceu originalmente em Cuba mas foi para a Jamaica com sua família desde criança, onde cresceu e aprendeu a tocar o instrumento com outra lenda, Don Drummond, na Alpha Boys School.

Rico completaria 81 anos de idade em outubro. O músico já estava com a saúde debilitada há um bom tempo, e após uma breve internação no Hospital veio a falecer.

Dentre os clássicos que ele gravou estão o álbum “Man from Wareika” e diversos trabalhos com The Specials, mais notadamente a faixa “A Message to you Rudy”.

Fonte: SurforReggae.com.br

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Direitos autorais de Peter Tosh são alvo de disputa entre os filhos.


Documentos judiciais informam uma renda que chega a cerca de US $ 300.000 por ano pela autoria de músicas do artista

Filhos do cantor de reggae Peter Tosh estão atualmente envolvidos em uma disputa legal pelos direitos autorais do cantor, que chegam a somar mais de US $ 2 milhões. De acordo com um artigo publicado no site www.clintonlindsay.com, uma das filhas de Tosh, a Aldrina McIntosh, afirmou que a irmã mais nova Niambe não pagou a ela e aos outros oito irmãos absolutamente nada referente aos direitos nos últimos cinco anos.

Peter Tosh foi membro da banda Bob Marley And The Wailers. Em 1987, ele foi baleado e morto em uma invasão de domicílio. O processo judicial informa que as letras de músicas escritas por ele, tal como Get Up, Stand Up, rendem cerca de US $ 300.000 por ano. E o pagamento dos direitos deveria ser dividido igualmente entre os 10 filhos do cantor.

Niambe McIntosh, filha mais nova de Tosh, assumiu a propriedade de seu pai, em 2009, mesmo ele não deixando testamento. Na época, havia apenas US $ 280.000 nos cofres da propriedade, mas Aldrina acredita que sua irmã mais nova detém aproximadamente US $ 1,7 milhões, de acordo com documentos judiciais. Niambe disse na terça-feira (16) que o valor é exagerado, mas se recusou a revelar a quantia exata.

Fonte: imirante

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MORRE NA JAMAICA A CANTORA DE REGGAE BARBARA JONES.


Morre na Jamaica a Cantora de Regae Barbara Jones, a mesma esteve recentemente no Brasil.

JAMAICA – O mundo do reggae esta de luto, morre a cantora jamaicana Barbara Jones, que esteve recentemente no Brasil em turnê ao lado do amigo Lloyd Parks. A notícia da morte se espalhou pelas redes sociais nesta manhã desta sexta-feira deixou muita gente surpresa. Apesar dos questionamentos da veracidade da informação, na página da cantora nas redes sociais algumas mensagens de “Rest in Peace” confirmavam o falecimento. Segundo informações de Randy Rouben, produtor dela no Brasil, o que causou a morte da artista foi leucemia.

 

Barbara Jones surgiu no cenário musical na década de 70. Sua voz marcante e no estilo lovers rock é conhecida em São Luís, principalmente, pelos sucessos “Midnight Blue”, “Slim Boy”, “Why Bird Fly”, “Doggie In The Window”, entre outros. A passagem da artista por São Luís foi específica para gravações, mas ela esteve no programa Reggae Point e deu uma entrevista exclusiva para o público maranhense, contando um pouco da sua história musical. O produtor ressaltou o empenho em trazer a cantora de volta ao palcos e cantar músicas que esporadicamente tocaram na Jamaica. Segundo ele uma tarefa difícil já que ela havia se convertido e seguia uma outra linha musical e ideológica.

A morte de Barbara Jones integra o rol de vozes jamaicanas que nos deixaram nesse singular 2014, cantores que fizeram a história do ritmo e que se eternizaram nas canções que deixaram: Hopeton Lewis, Jackie Bernard, Tito Simon e John Holt.

Fonte: portaldomunim

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Jurássico Ym ao Lado de Jackie Bernard.


Jurassico Ym ao Lado de Jackie Bernard.

Jackie Bernard.

Me recordo que quando me “afundei” no mundo da música Jamaicana, levei um gosto que já tinha em outras músicas que eu apreciava, que nada mais era do que o gosto por vozes peculiares, apesar de achar magnífico os donos de vocais virtuosos e potentes, meu gosto maior sempre foi por artistas de vozes que você jamais imaginaria cantando(caso não soubesse que era um cantor, aquela pessoa), sempre me encantei com “estranhas” vozes como Nelson Cavaquinho ou Aniceto do Império, ou vozes frágeis como a do mestre João Gilberto.

Bom, com a música da Jamaica não foi diferente e logo identifiquei em vozes anasaladas como a de Larry Marshall ou a aparentemente simples de Joe Higgs, as minhas favoritas… junto veio a descoberta que mais me chamou a atenção, a rouca e frágil voz de Jackie Bernard, o líder do trio vocal Kingstonians.

Passei anos da minha vida escutando tudo que Jackie gravou, seja com os Kingstonians, Tennors, Harmonizers, Harmonians ou solo, achava ele simplesmente genial e único.

Eis que surge em 2010 a oportunidade de visitar a Jamaica e la vou eu… ao chegar na ilha me recordo que logo no primeiro dia o nosso guia-amigo, Chester Synmoie(r.i.p.) nos perguntou qual seria o mote da trip, locais que gostariamos de conhecer e os artistas também, enquanto rolava uma discussão entre todos sobre o que fazer, eu tinha apenas um pedido principal(todos outros obviamente seriam bem vindos), conhecer o tal Jackie Bernard.

Chester disse que “ok”, mas atentou para que Jackie já não era exatamente um “cantor”, e que vivia esquecido e em situação “de rua”, isso me deixou ainda mais curioso e convicto de que tinha de conhece-lo, então Chester nos arranjou um carro e la fomos, eu e Greg Fernandes conhecer o Mr. Singerman.

Quando chegamos em seu bairro(periferia de Kingston, acerca de Trenchtown), vimos Jackie atravessando a rua, e descumprindo uma regra de não sair do carro naquele bairro, caminhamos rapidamente em sua direção o cumprimentos e o abraçamos, ele ficou meio atônito e sem reação, seguimos para o estúdio de Bunny Lee para uma sessão de dubs.

Ao chegar logo puxamos papo e explicamos quem eramos, de onde conheciamos ele, cantamos músicas que ele já não lembrava mais ser o dono… e ai que tudo mudou, Jackie ali totalmente frágil(não devia pesar mais que 60kg, usava roupas sujas e rasgadas, tinha mau cheiro forte…) se emocionou e nos convidou para uma rodada de rum em um boteco ao lado do estúdio, fomos.

Pagamos uma garrafa de rum ao nosso ídolo e sacamos meia duzia de red stripes pra acompanhar o papo, que a esta altura já nos emocionava diante do estado indigente que aquele importante cantor se encontrava. Jackie emocionado e antes de começarmos a gravar nos pediu “por favor, me levem para o Brasil”.

Gravamos nossa sessão que foi carregada de emoção tanto da nossa parte quanto da dele e de seu irmão(membro original dos Kingstonians e que segundo informações, morreu pouco depois de nossa visita a ilha), continuamos nossa trip por semanas, sempre lembrando daquilo tudo.

Ao voltarmos para o Brasil nos empenhamos a realizar o desejo dele(e sonho nosso), trazer Jackie Bernard ao Brasil, foi tudo meio complicado por conta do isolamento dele, de suas condições, falta de habilidade para cantar, alcoolismo e outros fatores mais, porém, rolou!

Quando Jackie chegou no aeroporto de Guarulhos no ano de 2011, nós desacreditamos ao vê-lo com apenas uma mochila vazia, ele pelo contrário, se espantou de alegria a nos reconhecer no saguão. Seguimos de carro papeando e cantando e recebendo informações que soavam como um soco em nossa mente, Bernard jamais havia saído da Jamaica, jamais havia entrado em um avião, não cantava há 40 anos…

Aquilo foi comovendo a gente cada vez mais, e aumentando o laço que começamos a construir la trás em 2010. Tivemos inúmeras histórias nestes mais de 30 dias que passamos juntos, poderia escrever mais milhares de linhas sobre o que vivemos, mas fica difícil colocar tudo aqui, mas estes momentos jamais saíram de nossa memória, jamais!

Alias, como esquecer de dias que saímos para tomar um pileque em algum boteco no centro de São Paulo e voltarmos já bem “altos”, e eu já meio rouco, cantando suas músicas e tentando imitar sua voz e ela rindo de soluçar, de pedir para parar que precisava ir ao banheiro se não ia fazer nas calças…

Ou esquecer das nossas sessões de futebol as quartas? Ele amava futebol, a cada lance faltoso bradava “bloodclats” e “rasclats” e nos questionava em um patois difícil de entender, por que nosso futebol era tão violento! Também adoravamos escutar ele contar sobre seu medo de vampiros que ele alegava assombrar Kingston…

Enfim, particularidades e momentos aparte, confesso que tudo que vivemos no íntimo com Jackie, não se compara com o momento que compartilhamos com todos, o show!

Aquele dia foi mágico, me lembro de termos armado um camarim com frutas, pizzas, snacks, bebidas… e quando chegamos ao Teatro Coletivo, Jackie preferiu apenas um canto no balcão do bar, ali se instalou com sua cerveja quente, e ficou alternando audição da nossa sessão de discos, com papos, autógrafos e fotos com quem chegasse e pedisse… algo que nunca vi em minha vida, não daquela maneira.

O show, bom, acho que não preciso detalhar muito, pois mesmo quem não foi pode conferir em vídeos um Jackie atônito e um publico ainda mais. Eles cantando todas músicas e ele perdendo as palavras e com olhos marejados d’água… eu, personagem oculto neste dia, de canto não contive minhas lagrimas que contia desde o seu encontro em 2010 lá em Kingston.

Seguimos por semanas juntos, Bernard ainda se apresentou em BH(noite memorável e que pode ser conferida na integra aqui:http://www.mixcloud.com/zumberto/jackie-bernard-090411-studio-bar/ ), reencontrou amigos que não via há décadas dos Skatalites, esteve com a gente em diversas noites de farra(como na Virada Cultural), participou de alguns outros pequenos shows, ensaiou mais um bocado(onde era surreal de ver ele se sentindo grande novamente, parando a banda e ensinando detalhes, chamando os músicos…), contou muitas histórias e trocamos muitas experiências.

Me lembro que no fim dessa jornada, eu e Jackie seguiamos para o aeroporto em um clima meio triste, ambos em silêncio, o som baixo tocava algo de Sam Cooke(um dos ídolos de Jackie), até que ele quebrou o silêncio me agradecendo(em nome de toda equipe y&m) por toda experiência vivida, eu rapidamente o interrompi e disse que eu deveria o agradecer, ele insistiu e disse:

“Não, pois vocês são os meus anjos da guarda, eu não tinha mais esperança algum de um dia cantar novamente, de me sentir um artista, de sair da Jamaica, eu se quer imaginava que ainda lembravam de mim, não tinha ideia da força da minha música, e vocês me resgataram, vocês são meus anjos da guarda.”

Eu não tive muita reação, afinal, era o meu sonho mas naquele momento eu percebi que também era o sonho dele.

Jackie se foi, perdemos o contato, ele reapareceu meses atrás graças ao meu amigo Rafa da High Vibes que mora em Kingston, podemos ajuda-lo a tentar superar outra barra, barra que ele parecia estar conseguindo superar com o apoio massivo que ele recebeu de seu publico.

Tudo isso me fez pensar novamente em organizar outro concerto de Jackie, isso chegou até ele, conversamos por telefone, ele estava radiante, ensaiando sozinho em casa e já planejando sua volta, estavamos iniciando os trâmites burocráticos para que isso acontecesse em dezembro.

Porém Jackie se foi, desta vez para a eternidade.

Estou muito chateado com sua passagem, mesmo sabendo que sua história de sofrimento descrita na composição “Sufferer” de 1968, enfim teve o seu fim. Parece até que perdi um familiar, tive muito contato com Jamaicanos que são meus ídolos, porém nada se compara ao laço que construí com Bernard.

Então eu realmente espero que Cebert Bernard, tenha a dignidade que lhe faltou em vida, na eternidade, gostaria de poder ter o encontrado em vida novamente ou ao menos ir a Jamaica me despedir dele neste momento, porém nada disso é possível, então fica aqui meu relato em homenagem ao meu amigo “Original”

Esta música foi escrita por mim, aprovada e gravada por ele(no estúdio do Quilombo Hi Fi em 2011), uma homenagem para todos artistas e amigos que ele havia perdido na vida, um tributo ao imortais do passado(mas que para sempre serão eternos através de suas obras).

Hoje ela é o meu tributo ao amigo/ídolo que perdi.

Jackie, saudades.

Fonte: Jurassico Ym

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Johnny Clarke – Uma lenda viva do reggae pela primeira vez no Brasil


Johnny Clarke – Uma lenda viva do reggae pela primeira vez no Brasil

 

O projeto “Sexta do Vinil” orgulhosamente apresenta um dos artistas jamaicano mais consagrado da história do reggae, “Johnny Clarke”. O astro desembarca pela primeira vez em solo brasileiro para abrilhantar o projeto sexta do vinil que é realizado todas as sextas no Porto da Gabi no Aterro do Bacanga em seu terceiro ano.

Johnny Clarke chega à São Luis embalado por grandes clássicos do reggae em sua extensa carreira, como “My Desire”, “Take My Hand” e o maior sucesso da atualidade que está encantando à todos regueiros pelos vários points da cidade, Gonna Love You More.

Clarke se apresenta ao lado do baixista “Lloyd Parks” considerado pela crítica como um dos músicos mais importante da cena reggae da Jamaica, já tendo acompanhado a nata da música jamaicana, além da sua carreira solo, onde destacam-se grandes sucessos na ilha de São Luis de conhecimento público como “The Wonder Of You”, “Forgive Me” entre outros.

Na abertura da noite, os trabalho dos principais dj’ e equipes de discotecagem da cidade, em destaque a pioneira das equipes de vinil e residente da casa (Porto da Gabi) Rádio Zion & Radiola Reggae com os dj’s Joaquim Zion & Marcos Vinícius, com participação muito especial dos dj’s Léo Scartney ( Orquestra Invisível ), DJ Tarcísio Selektah (High Vibes Sound System), Dj Jorge Black – O Peso do Reggae (Rádio Cidade FM) & equipe “Disc Memory” com os dj’s Marcos & Geovanni Memory.

O Show do jamaicano Johnny Clarke começa a partir das 19hr com os Dj’ convidados, logo em seguida a grande estrela da noite acompanhado pelo talento de uma das bandas mais importante da cena regueira de São Luis, A Banda Capital Roots.

Com um currículo invejável, a Banda Capital Roots já se apresentou na ilha em grandes festivais e shows com artistas consagrados como Eric Donaldsom, Owen Gray, Cedric Myton, Gregory Isaacs, Ijahman, Max Romeo e por último um grande fenômeno do reggae John Holt, ou seja, é bagagem de sobra para um talento produzido na capital brasileira do reggae.

 

Johnny Clarke

Clarke cresceu em Kingston no gueto de “Whitfield”. Em 1971, ele ganhou um concurso de talentos em Bull Bay , seu prêmio de uma reunião com produtor Clancy Eccles , com quem gravou sua primeira canção, “God Made The Sea and the Sun “, no ano seguinte o single não vendeu bem. Decepcionado com a falta de promoção de Eccles, ele se mudou para trabalhar com o produtor “Rupie Edwards” , com quem produziu os primeiros sucessos em 1973, como: “Everyday Wondering” e “Julie”. Em 1974, Clarke mudou-se novamente para a gravadora “Jump Back Baby” de propriedade de “Glen Brown” antes de iniciar uma longa associação com Bunny Lee e sua banda Os Aggrovators em 1974. “None Shall Escape The Judgment ” (Ninguém Escapará da Sentença) foi um sucesso imediato e tornou-se a faixa-título do álbum de estreia de Johnny Clarke.

A importância de Johnny Clarke é tão grande, que ele foi nomeado Artista do Ano na Jamaica, em ambos 1975 e 1976, e tornou-se um dos cantores mais populares da ilha, misturando canções originais com covers de canções de reggae mais populares de outros artistas e misturando raízes e amantes de temática material.

Muitas das canções de Clarke diz respeito a sua fé como um Rasta e as crenças do movimento Rastafari, incluindo anti-violência (como em “Let Go Violência”) e legalização da maconha (“Legalize It”). Ele ajudou a definir o período de “Flying Cymbals” que precedeu o som “Raízes Rockers” de meados para o final de 1970.

Clarke foi um dos primeiros artistas jamaicanos que assinou contrato com a Virgin Records subsidiária Frontline ‘, em 1976, lançou os álbuns “ Authorized Version and Rockers” (Autorizados Versão e Rockers). Sua popularidade na Jamaica, no entanto, esfriou quando ele se mudou para Londres em 1983, gravando com o podutor “Mad Professor”, bem como outros produtores jamaicanos assim como “King Tubby”, “Errol Thompson” & “Prince Jammy”. Desde então, ele ocasionalmente reapareceu com um novo material – Rasta Nuh Fear em 1992, e Rock With Me , em 1997 – e continua a viajar regularmente entoando sua voz inconfundível pelo mundo a fora e traz na sua bagagem para São Luis, pela primera vez, as canções que marcam a história do reggae na Jamaica Brasileira.

 

SERVIÇO

O QUÊ: SHOW JOHNNY CLARKE ACOMPANHADO DE LLOYD PARKS E BANDA CAPITAL ROOTS

PARTICIPAÇÕES: DJ’S TARCÍSIO SELEKTAH, JORGE BLACK, LEO SCARTNEY, EQUIPE DISC MEMORY E RADIOLA REGGAE & RÁDIO ZION.

ONDE: PORTO DA GABI, ATERRO DO BACANGA

DIA: 26 DE SETEMBRO (SEXTA FEIRA)

HORÁRIO: A PARTIR DAS 21HR.

 

INGRESSOS À VENDA:

WWW.DRINGRESSO.COM.BR , LOJA BURITI ARTESANATO (PRAIA GRANDE/REVIVER) E NO PORTO DA GABI.

VALORES/ INGRESSOS:

R$: 25.00 (ANTECIPADO) NAS BILHETERIAS DO PORTO DA GABI, ATERRO DO BACANGA.

R$: 30,00 NO SITE: WWW.DRINGRESSO.COM.BR E NA LOJA BURITI ARTESANATO

 

CONTATOS:

098- 8849 9016/8812 1098

JOAQUIM ZION & MARCOS VINÍCIUS

Email: [email protected]/[email protected]

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Universal Music relança em julho ’Legend’, em edição comemorativa de 30 anos!


15/05/2014
A Universal Music irá lançar em junho uma nova versão do icônico “Legend”, um dos álbuns mais vendidos da história da música internacional. A famosa coletânea de sucessos do Rei do Reggae – Bob Marley, foi remixada em surround 5.1 e irá sair também em Blu-Ray (Pure Audio Disc) e LP Duplo.
Além disso, irá incluir também versões inéditas de “No Woman no Cry” e takes diferentes de “Easy Skanking” e “Punky Reggae Party”. Nas versões de luxo, muitas surpresas, inclusive um livro com 28 páginas repletas de informações de produção e fotos nunca antes vistas.

“Legend” é o álbum de maior permanência da história da música na Billboard (1.110 semanas e continua nela) como um dos mais populares. Ele também está no TOP 200 desde 1988 de onde jamais saiu desde então. 
 
 
fonte:http://www.surforeggae.com.br/noticias.asp?id=2527

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Agenda


12

Dezembro

Aniversário da Radiola Fm Natty Nayfson.

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19

Dezembro

Le Cirque Roots/Evento Solidário.

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